Pular para o conteúdo principal

 

                                                             O Meu PLE 


Na construção do meu PLE tentei refletir sobre o conjunto de ferramentas, fontes de informação, conexões e atividades que uso regularmente para aprender (Adell e Castañeda, 2013, pp. 15).

Comecei por dividir o meu PLE em 4 áreas principais:  1- Aprender,  2- Pesquisar, 3- Criar/Refletir e 4- Compartilhar. 

Este  exercício tornou-se muito  interessante uma vez que, ao mesmo tempo que fui recordando o meu percurso de aprendizagem formal, não formal e informal, fui constatando e dando-me conta das áreas em que costumo concentrar os meus esforços e a que ferramentas recorro  mais vezes. 

Foi curioso constatar, com esta  reflexão, como ficam visíveis algumas das  minhas áreas de estudo e criação e qual o meu foco principal na  procura de informação.

Outra constatação interessante foi verificar que, embora compartilhe aquilo que vou criando com colegas, formandos e formadores, não o fazia através de ferramentas e plataformas com maior visibilidade como blogs, padlets, etc, tendo ainda alguma contenção a fazê-lo, por sentir que necessito de dominar a forma de comunicar e a linguagem a utilizar nesse tipo de plataformas.

O exercício de representar, graficamente, o nosso próprio PLE conduz -nos a refletir sobre a nosso "caminho" de formação ao longo da vida, onde nos focámos nesse percurso,  podendo, até,  constituir um bom ponto de partida para a definição de novos objetivos de aprendizagem ou novas formas de fazer.

Ao longo da construção do PLE esteve sempre presente, na minha memória, e procurei representar na imagem, aquilo que considero um aspeto fundamental  desse percurso, a  minha rede de conexões.

O caminho que percorri não teria sido o que aqui  representei sem toda a rede de conexões, sem todas aquelas pessoas com quem me cruzei e que fizeram de mim  o que hoje sou.

Destaquei a A Família, os Amigos, Os Professores, Os Formadores, Os Especialistas, Os Colegas e Os Formandos, incluindo neles todas as pessoas com quem tive oportunidade de aprender. 

“A aprendizagem é para a vida; a vida é para aprender. Aprender é uma viagem ao longo de toda a vida. Com os conceitos de rede aberta, a aprendizagem digital, ao longo da vida, é alargada a todos os seres humanos para que alcancem as suas realizações em termos de objetivos de vida” (Yen et al., 2019, pp. 26).

 

Comentários

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. Olá, Ana
    achei o teu PLE muito interessante, sobretudo por fazer menção às relações próximas com as pessoas constituintes do teu microssistema.
    Um abraço,
    Cláudio

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Personal Learning Environments (PLE)

  O que são os PLE (Personal Learning Environment )? Castañeda, L. y Adell, J. (2013). La anatomía de los PLEs. En L. Castañeda y J. Adell (Eds.), Entornos Personales de Aprendizaje: Claves para el ecosistema educativo en red (pp. 11-27). Alcoy: Marfil.   http://www.um.es/ple/libro /   O artigo começa por refletir sobre o conceito de PLE e como se desenvolveu ao longo dos anos, procurando, ainda, encontrar uma definição do conceito que seja abrangente. Ambiente Pessoal para Aprender Parte da ideia principal, de que todos aprendemos ao longo da vida, através de uma rede de conexões sociais, família, professores, escolas. Todos temos um ambiente pessoal de aprendizagem, mesmo que não nos demos conta disso. Com o aparecimento das tecnologias Web 2.0 e da popularização do acesso à informação conseguimos aceder a uma imensa quantidade de informação, recursos, através de diferentes fontes e várias origens e em uma imensa variedade de formatos. Conceito de PLE “Diz-se ...
    "Dilúvio Improvisação" - Kandinsky, 1913                                                                            CIBERCULTURA Pierre Lévy , filósofo e sociólogo, um dos maiores estudiosos sobre o mundo da internet, começa, o seu livro “Cibercultura”, por nos dizer porque costumam apelidá-lo de otimista e nós, ao longo do livro, vamos percebendo porque é que costumam, também, dizer que é um visionário. Não podemos esquecer que muitas das afirmações, feitas no livro, resultam de reflexões feitas há duas, três décadas atrás. Estamos, assim, perante “estudos” e “previsões” (para nós, hoje, tão evidentes), que refletem a sua capacidade para analisar a internet, antecipando a sua evolução, virando-se para o futuro e dando-nos indicações sobre qual será o seu “imp...